Capôt comprido e habitáculo cónico: mesmo do ponto de vista estilístico o 125 S inspira uma grande sensação de potência. A carroçaria é literalmente retalhada pelas entradas de ar: o arrefecimento dos órgãos mecânicos era um dos maiores problemas dos carros de corrida desse tempo. E o 125 S não era excepção.
Os túneis de vento não existiam e a aerodinâmica no campo automobilístico era uma ciência ainda nos seus inícios. Porém Enzo Ferrari já tinha percebido que uma traseira alongada oferece melhores prestações ao carro em velocidade máxima.
Um pequeno pára-brisas flexível era a única protecção de que Franco Cortese, o piloto que correu pela primeira vez com o 125 S, dispunha
Algo de extremamente requintado para a época: uma entrada de ar específica para os travões dianteiros. Dessa forma o 125 S conseguia suportar as condições mais duras em corrida
No nariz do 125 S, Ferrari colocou uma grande grelha para arrefecer da melhor
forma o seu motor de 12 cilindros em V. As dimensões do radiador eram gigantescas relativamente aos parcos 1500 cc do propulsor.
Os túneis de vento não existiam e a aerodinâmica no campo automobilístico era uma ciência ainda nos seus inícios. Porém Enzo Ferrari já tinha percebido que uma traseira alongada oferece melhores prestações ao carro em velocidade máxima.
Um pequeno pára-brisas flexível era a única protecção de que Franco Cortese, o piloto que correu pela primeira vez com o 125 S, dispunha
Algo de extremamente requintado para a época: uma entrada de ar específica para os travões dianteiros. Dessa forma o 125 S conseguia suportar as condições mais duras em corrida
No nariz do 125 S, Ferrari colocou uma grande grelha para arrefecer da melhor
forma o seu motor de 12 cilindros em V. As dimensões do radiador eram gigantescas relativamente aos parcos 1500 cc do propulsor.
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